Já é tempo de contribuir para deixar ultrapassada a ideia de que a nossa saúde está na cauda dos países desenvolvidos e modernizar a nossa perspetiva, evoluindo o modo como atuamos. Portugal tem vindo a deixar de ser um país provido de um sistema legislativo elaborado para “inglês ver” para ser efetivamente mais consistente e consciente ao nível das metodologias utilizadas para olear a ‘geringonça’.
De que nos vale estipular regras se não as cumprimos nem tão pouco as compreendemos? Ter liberdade de ação ao invés de nos cingirmos a uma lista de tarefas a cumprir não nos faz profissionais mais conscientes?
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